Chernobyl na mídia
Ah, e a materinha sobre a Elena Filatova saiu no G1 e no Globon. Muito legal. Falar com ela me deixou muito empolgado, já que Chernobyl é uma das minhas frustrações. Em 2002, tentei ir para lá, mas a Ucrânia negou meu visto. E a Bielorrússia também. Mas, pensando bem, hoje vejo que, naquele esquema mambembe da época, os riscos eram muito mais altos do que o esquema profissional de hoje. Talvez tenha sido um típico caso do “escrito certo por linhas tortas”.
Sem contar que a Elena é uma grande contadora de histórias. Como disse um amigo, ela tem frases fortes. E ela não demora muito pra dizê-las. É rápida no gatilho. A questão de ser fake ou não, realmente, é secundária. O fato é que ela realmente trouxe Chernobyl para a internet e fez uma geração inteira redescobrir a tragédia. Se ela foi de moto ou numa escuna de chumbo, realmente, não interessa. Clica nas miniaturas pra conferir.










