Chernobyl: quase silêncio

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Ontem, a tragédia de Chernobyl completou 23 anos. E, a cada ano que passa, o número de protestos lembrando a tragédia minguam mais e mais. Sobretudo na Bielorrússia, que vive praticamente uma ditadura nos moldes de Cuba, sob a mão forte de Alexander Lukashenko. Amigo pessoal de Putin e de Medvedev, ele está no poder desde 20 de julho de 1994 (Chávez foi eleito em 98) e, assim como seus colegas russos, colombianos e cubanos, não tem muita paciência com opositores e críticos. Da mesma forma que todos estes insistem em desaparecer ou calar-se depois de algum tempo…

Na Ucrânia, a liberdade pós-Revolução Laranja trouxe uma certa apatia ao povo que, aliada à crise mundial (a Ucrânia teve sua economia derretida em quase 80%), faz com que poucos saiam as ruas para criticar ou mesmo lembrar. Por essas e outras, poucos protestos lembram e alertam sobre Chernobyl. Se não conseguir ver o slideshow abaixo, clique aqui.

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