Esquentando para a Viagem: ‘Mochileiros’ Rep. Tcheca e Polônia

Emendando na série “Planeta Solitário”, também assisti ao da República Tcheca / Polônia. A viajante, Justine Shapiro, é meio malinha, mas o programa vale pelas paisagens. A mocinha faz quase o mesmo roteiro que vou fazer no próximo mês. Começa por Praga, onde conhece o centrão (Staromesto, Novoe Mesto, Hradczani). Dá voltas pela charmosa Ponte de Carlos (Karluv Most), passeia pelo Castelo de Praga (Prazski Hrad), visita a The Globe, livraria point entre os gringos e se hospeda na antiga prisão e pousada Unitas (que ouvi falar bem e mal). O legal são os programas alternativos, como as pivovice (cervejarias), onde se pode comer o pra lá de duvidoso “queijo com cerveja”…

Shapiro sai de Praga e faz uma escala numa rave no norte do país, para então seguir para Karlovy Vary, onde se pode beber as águas medicinais. Uma espécie de “São Lourenço” de lá. Depois, ela segue para Cesky Krumlov, uma cidadezinha que mantém todo o charme medieval e tem paisagens absolutamente encantadoras. De  canoa, rio abaixo, ela vai para Ceske Budejovice, outra cidadezinha linda e medieval.

De lá, a moça pega um trem para Chestochowa, na Polônia, onde visita o monastério da Madonna Negra, um dos lugares mais sagrados para os católicos do mundo. Agora, é a vez de Cracóvia, a capital cultural polonesa, mas que é conhecida por ser o ponto de entrada para os campos de concentração nazistas de Auschwitz e Birkenau. Turismo que muitos evitam, mas que é irrecusável para os fãs de história.

Agora, a moça segue de ônibus para Zakopane, nas montanhas, onde vai ter a chance de curtir um casamento típico dos locais, provar o leite e o queijo de cabra, que são o símbolo do país. O engraçado é ela ouvir, quando o pneu do ônibus fura, que o conserto vai demorar coisa de 15 minutos. Mas 15 minutos poloneses. Ou seja, pelo menos umas três horas…

Tudo bem que isso não é lá muito Rússia. Nem são países “irmãos”, como muitos românticos adoram dizer por aí. Tchecos, poloneses, eslovacos, russos, ucranianos, eslovenos, enfim, todos vivem uns às turras com outros. Se aproximam em alguns momentos e se afastam em outros. Uns tem mais complexo de vira-lata: se acham mais perseguidos. Outros se acham superpoderosos e infalíveis. Mas o fato é que, com a língua russa, você pelo menos não fica completamente por fora. Muito embora falar essa língua muitas vezes provoque a ira dos locais… O lance é ter jogo de cintura, simpatia e tal. Quando tudo isso falhar, uma camisa do Brasil e um “Ronaldo” abrem todas as portas!

Para assistir ao programa, basta clicar aqui. E boa viagem!

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