Leitora do blog dá dica de hotel em Moscou

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Um bocado de gente pede indicações de hostel ou hotel em Moscou. Eu falei um bocado do tema aqui, e citei também a dica do Alexandre, que ficou no Godzillas (veja o post e o blog dele, que tem um milhão de fotos e muitos detalhes, para ver como foi sua estadia na Rússia e saber mais sobre o hostel).

Recentemente, a Kátia, uma leitora do blog, pediu indicações e, depois de pesquisarmos, ela fechou com o hotel ‘Red Strela’, que tem uma boa localização, pertinho da Praça Vermelha e um preço honesto: diária 4000 rublos (uns US$130) para o quarto standart. A Kátia foi legal o suficiente para mandar umas fotos do mesmo, que você confere abaixo.

E ela comenta: “Não tem café da manhã, é muito limpo, tem localização excelente e o staff é maravilhoso, super simpáticos e super prestativos.”

Como sempre reitero, não ganho nada de ninguém, logo, se você precisar de uma dica, veja as fotos e avalie a da Kátia, que já se hospedou por lá.

6 COMENTÁRIOS

  1. Fabio, li teu post sobre E Tatiana Pokrovskaya, e só lembrei de um professor meu de biofisica fedorento que nem um gamba, que veio da Rússia, em uma aula chegou quase a humilhar meu grupo porque a gente havia errado uma difusão ou sei lá o que.

    Eu não concordei na hora nem depois, acho correto as críticas, mas prefiro um modo que faça você acertar com dignidade, não precisa envolver pessoalidade, mas se você olhar com frieza vai ver que uma rigidez excessiva também tende a pessoalidade, nesse caso negativa.

    Sinceramente, não sei, creio que a cultura esportiva tem alguns aspectos que não posso mensurar.

    Enfim, foi bom escrever esse comentário, desanuviei um dia nublado.

  2. Fiquei filosofando agora, será que esse rigidez vem da cultura germânica? Os alemães foram o povo que mais influenciou a russia culturamente, até porque a Prússia era o país da europa ocidental mais próximo da rússia, e era tido como um modelo de estado absolutista ilustrado por boa parte da europa.

    Ou será que as condições adversas-apocalípticas da Rússia (inverno rigoroso, nevascas, invasão de tudo que é povo – mongois, germânicos, poloneses) fez com que eles ficassem assim?!

    Acho que eu iria ficar deprimido naquele país, uma coisa paradoxal, já que aprecio muito poesia, e ao contrário do Brasil, a poesia lá é muito valorizada. Mas nem só de poesia vive o homem.

  3. Óbvio que, como sempre, os chatonildos da polícia apareceram. Em coisa de minutos, todo mundo foi em cana – ou eu deveria dizer em vodka?

    Best trocadilho ou sei lá ever.

    • Boas Nicolas,
      Gostei das tuas divagações, nunca pensei muito nelas não, até pq, se pensar demais, a gente fica louco. Eu acho que todo professor europeu é rígido demais. A diferença entre um alemão e um russo é a pessoalidade. O alemão jamais vai se referir ou atacar sua pessoalidade. Já o russo quer mexer com vc, com seus brios, te tirar do lugar comum. E faz qualquer coisa para isso. No trabalho, na escola, no esporte, na vida em geral. Tente não levar para o pessoal, o que é diametralmente oposto a um conceito que nos domina: a latinidade. Somos extremamente pessoais no trato, afetivos e sensíveis. Por isso, nos afetam tanto…
      Mas essas são minhas impressões pessoais.
      E sim, acho que as condições de vida e históricas mexem muito com eles, assim como nos fazem ser mais alegres, né?
      Mas esse debate vai longe…
      Grande abraço e valeu pelas participações!

  4. É vero, Fábio. Acho que as condições histórico-geográficas influenciam muito na formação de um povo, descartando é claro um determinismo total.

    Mas acho uma coisa meio vaga definir latinidade, é claramente perceptível que os povos de cultura latina em geral sejam mais afetivos, no entanto, parece que confundem latinidade com incompetência, é só prestar um pouco mais de atenção. Até hoje esse conceitos de superioridade etníca estão incutidos em nós, apesar do discurso oficial ser outro.

    E no entanto, mesmo os povos germânicos sorveram boa parte de sua cultura de quem? Dos romanos, que eram um exemplo de organização militar e social, e faziam os germânicos pagarem por todos seus pecados nas sucessivas derrotas desses povos.

    Por sua vez os romanos absorveram boa parte de sua cultura dos gregos, outro povo bastante passional, e no entanto, um dos mais competentes que já surgiram na história (vendo como civilização grega).

    Enfim, não atribuo completamente falta de pessoalidade a competência, porque as pessoas mais competentes com quem já tive contato eram extremamentes pessoais, no modo mais positivo que se possa conceber.

  5. E filosofar antropologicamente-historicamente não enlouquece não, mas engrandece o conhecimento.

    Problema é filosofia pura, aí sim eu digo que enlouquece quando não usada com moderação.

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