Moscou não se construiu de uma vez

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Agora tou aqui em Moscou e, não importa o quanto de coisas legais e bizarras que eu veja, enquanto gasto a sola do meu sapato novo pelas prospekts e ulisas, chego à conclusão – junto com a genial e agora oficialmente mestre Marina – de que gostar dessa cidade, só de duas formas: ou a cidade fez macumba ou há um certo quê de que há um tipo de masoquismo que só as pessoas teimosas têm…

Enquanto tento arrumar tempo para começar a contar as histórias, postar fotos e vídeos daqui, vou dividir com vocês duas músicas que, na minha humilde opinião, são a cara dessa cidade apaixonante e cruel. A primeira vem DO filme que traz A definição do que é essa cidade. Embora tenha sido feito em outros tempos, ainda continua estranhamente atual. ‘Moskva slezam ne verit’ (Moscou não crê em lágrimas). A letra da música está aqui, para os russófilos e googletranslatófilos.

A outra é mais de um plano romântico-melancólico, do filme ‘Antonina obernulas’, que nem sei se saiu no Brasil. É uma poesia absoluta, que ainda tem o ritmo da cidade, não importa quantos porsches e ferraris você veja na rua, ou quantas pessoas te empurrem no metrô. A letra está aqui.

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Mestrando em Russo pela USP, formado em jornalismo pela UFF, Letras português - russo pela UFRJ e quase-formado em Cinema, ainda pela UFF, com pós-graduação em Moscou, pela MGU. Morei em Moscou e conheço bem muitas outras cidades russas e do Leste Europeu. Sou um profundo interessado no Cáucaso, onde também estive em várias cidades algumas vezes.
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