Ru-spam

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Não teve para ninguém: a Rússia segue líder do ranking mundial de spam, segundo o laboratório Kaspersky, fabricante de sistemas de segurança e do famoso antivírus. De lá, partiram 22% das mensagens indesejadas de todo mundo em 2008, aponta o relatório anual da companhia. E, em segundo lugar, os EUA, com 16%.

E, qual foi o tema preferido dos spammers no ano que passou? Acertou quem apostou na propaganda contra a impotência sexual masculina. 23,6% dos e-mails vendiam viagra, pílulas ou curas milagrosas para o indesejado problema. O envio de material pornográfico ficou apenas em 3º lugar, com 11,8%.

Outros dados interessantes, apontados pelo Kaspersky, foram o crescimento da taxa mundial de spam (2,1%) e o fato de que 82% do tráfego mundial de mensagens eletrônicas consistir na irritante prática.

O laboratório apontou ainda sucessos, como o fechamento de conhecidos provedores, localizados na Rússia (como o Russian Business Network), que despejavam na rede ‘toneladas’ de material suspeito, a identificação de hackers e phishers e novas tendências dos cybercriminosos: ataques a redes de jogos e a telefones móveis.

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Mestrando em Russo pela USP, formado em jornalismo pela UFF, Letras português - russo pela UFRJ e quase-formado em Cinema, ainda pela UFF, com pós-graduação em Moscou, pela MGU. Morei em Moscou e conheço bem muitas outras cidades russas e do Leste Europeu. Sou um profundo interessado no Cáucaso, onde também estive em várias cidades algumas vezes.
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